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Dr. Davi Pontes

CIRURGIÃO PLÁSTICO | CRM 11052

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Cirurgia Plástica com segurança – saiba como minimizar os riscos

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Atualmente, fazer uma Cirurgia Plástica é muito mais seguro do que há décadas atrás. Além de dispormos de equipamentos mais modernos e a anestesia ter um menor risco, os médicos estão melhor preparados para qualquer eventualidade.

Saiba quais os procedimentos para minimizar os riscos da cirurgia plástica:

1. Mantenha a sua saúde em dia

- Antes de realizar qualquer procedimento cirúrgico, os seus exames clínicos devem ser vistos por um médico, pois só assim ele poderá manter sob controle as doenças crónicas, como a diabetes e a hipertensão.

-Os fumadores também precisam de cuidados, pois a nicotina prejudica a circulação de sangue nos tecidos, favorecendo a má cicatrização. É conveniente deixar de fumar pelo menos três meses antes e dois meses depois da cirurgia

2. Atenção com os medicamentos

- É fundamental saber como os remédios de uso frequente podem interferir com a cirurgia. Existem alguns medicamentos ditos naturais que podem aumentar o sangramento e aumentar os riscos para a paciente.

- Outro aspecto é a obesidade, que é um fator de risco para a cirurgia. Sabendo disso, muita gente opta pelo uso de medicamento para perder peso rápido e se adequar às regras de segurança pré-operatórias.
- Ainda na lista de comprimidos a serem evitados estão a aspirina, o AAS e alguns anti-inflamatórios, que alteram a coagulação do sangue.

- Já a isotretinoína, substância derivada da vitamina A e usada no tratamento da acne, pode alterar a síntese de colágeno na pele e, por isso, também dificulta a cicatrização.

- Os anticoncepcionais também são perigosos para a cirurgia. O problema das pílulas e da reposição hormonal é o aumento da possibilidade de trombose. Mesmo assim, na maioria dos casos, não se deve suspender o uso porque existem medidas eficazes para prevenir o problema, como o uso de anticoagulantes, meias elásticas e aparelhos de massagens para as pernas.

3. Procure referências sobre o cirurgião

- Estas referências nada têm a ver se o médico vai muitas vezes à televisão ou estão sempre nas revistas. Pelo contrário. Se é esse o caso significa que não opera muito e /ou tem outros médicos que estão a operar por ele enquanto ele se dedica a estes aspectos menos sérios da medicina!

- É importante procurar referências sobre a formação do cirurgião e saber se o médico é especialista em cirurgia plástica. Além das indicações de amigos e pacientes que já passaram por ele, claro.

- É fundamental verificar se o profissional tem registo na Sociedade Portuguesa de Cirurgia Plástica, Reconstrutiva e Estética e na Ordem dos Médicos.

4. Saber todos os detalhes

- O local onde será realizada a cirurgia também determina o nível de risco.

5. Cumprir as orientações do pós-operatório

- Seguir as orientações médicas depois da cirurgia é uma parte fundamental do processo. As recomendações sobre repouso, atividade física, exposição ao sol, condução de veículos, alimentação e uso da medicação e de cintas cirúrgicas também são critérios de segurança.

- Deixar de colocar em prática o que o médico prescreve pode abrir espaço para o surgimento de infecções, aderências, fibroses e problemas de cicatrização, o que, obviamente, vai interferir no resultado final do procedimento.

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